Leitura obrigatória FUVEST

Gente estou tão animada de ter arranjado um tempinho para escrever aqui no blog, que vocês nem imaginam haha!

Bom hoje trouxe os livros que serão cobrados para o vestibular da FUVEST deste ano (para quem não sabe, são os mesmos do ano passado).
Vou lista-los abaixo e fazer um breve resumo, para quando vocês forem ler já estar familiarizado com a história.

Já havia lido 2 na época do colegial, que faz muito tempo (2012) haha, por isso resolvi ler novamente. Comecei pelo Cortiço.

E gente, sem desculpas que não tem tempo de ler os livros em? Você tem aí meses pela frente e eu mesmo leio no caminho para o trabalho, como a minha vida de agência é corrida e moro longe, leio no ônibus ou na fila de espera (que dão mais ou menos 5h). Agora mesmo estou escrevendo este post para vocês no caminho de casa 😄

E pessoal, não tenham pressa de ler os livros e passar as páginas sem entender nada, eu mesmo não estou com pressa de ler os livros, estou mais preocupada com o conteúdo das matérias, por isso pretendo ler um por mês.

Da uma olhadinha nos livros abaixo, e não vá se assustar com a linguagem do texto, eu colo leio no Kindle destaco as palavras que não conheço para pesquisar no dicionário depois, mas vocês podem grifar, colocar post-it ou se disponibilizar de mais tempo pode procurar na hora o significado da palavra.

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  1. Iracema ‐ José de Alencar

 

Iracema é a obra mais conhecida da literatura romântica nacionalista do escritor José de Alencar. É também o livro mais representativo de uma temática conhecida como “romance indianista”, que fazia parte da produção do romantismo brasileiro, na primeira metade do século XIX.

 

 

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2. Memórias póstumas de Brás Cubas ‐ Machado de Assis

Memórias Póstumas de Brás Cubas é o maior clássico da literatura realista de língua portuguesa. Publicado em 1881, este livro marca o início oficial do realismo no Brasil e ainda serve de divisão na obra do seu autor, Machado de Assis, marcando o início da fase mais madura e qualificada deste escritor.

 

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   3. O cortiço ‐ Aluísio Azevedo

 

Tendo como cenário uma habitação coletiva, o romance difunde as teses naturalistas, que explicam o comportamento dos personagens com base na influência do meio, da raça e do momento histórico.